Os Astecas, mais tarde, continuaram a tradição, tendo então batizado o fruto de cacahuatl. Este últimos também reconheciam que o fruto tinha sido um presente dos deuses e tiravam dele grande partido e satisfação.
Preparavam uma bebida espumosa e revigorante reservada à elite (governantes e soldados, principalmente antes da guerra, uma vez que a bebida era revigorante).
Devido à lenda que Quetzalcoatl viria, a chegada dos espanhóis foi vista como o regresso do deus, uma vez que coincidia exactamente com o ano e o facto de virem de leste, "de onde o sol sai", sendo Hernán Cortés, a encarnação de Quetzalcoatl, a quem Montezuma ofereceu a bebida Xocolatl. Não uma bebida doce, mas uma bebida forte e com sabor amargo, que Cortés descreveu: "Quando alguém a bebe pode empreender uma jornada sem se cansar e sem sentir necessidade de se alimentar"

(Golden boy – frutos grandes, com cerca de 5 a 7 cm de diâmetro e chegam a pesar 500gr. Possuem uma bela cor laranja-dourada-escura, tornando-os muito atraentes para saladas),
