Um estudo recente sobre o sono , em 56 bebés saudáveis, revelou que os "bebés que dormiam bem à noite estiveram expostos a mais luz no início da tarde".
quinta-feira, agosto 31, 2006
Bébés - como dormir mais tranquilo
Grãos de Café descafeinados
pois é... nem sempre estamos certos qo que quer que seja.
Afinal "Rir" é mesmo o Melhor remédio
Afinal a revista das Selecções sempre tem razão, quando criou um espaço com o título "Rir é o melhor Remédio".
Já M. de Chanzal, em meados do sec. passado dizia que "o riso é o melhor desinfectante do fígado" e agora uns quantos cientistas vem confirmar exactamente que, conforme relatado numa revista polonesa, "rir durante meio minuto é equivalente a 45 min. de repouso absoluto. Uma gargalhada espontânea equivale a 3 min. de exercício aeróbico, e dez sorrisos cordiais equivalem a dez minutos de remo."
Outros beneficios incluem um aumento de 3 vezes a quantidade de ar nos pulmões, melhora da circulação, da digestão, do metabolismo, do funcionamento cerebral e da eliminação das toxinas. Comoa ajuda para o bom humor, a revista sugere que sorria para si mesmo, seu conjuge e seus filhos logo de manhã. "Aprenda a rir de si mesmo, tente ver o lado bom das coisas, mesmo em situações difíceis."
Além disso, Curzio Malaparte também disse que, "cada vez que um homem ri, adiciona um par de dias à sua vida."
sexta-feira, agosto 18, 2006
A Merecida Homenagem
Tardou, talvez por querer tardar a despedida.
Tardou a tinta que secou na ponta da pena, que com pena do passado chorou.
Tardou a merecida homenagem, que nasce pelas mãos de um amigo.
A merecida homenagem aos movimentos perpétuos das mãos que dançam nas cordas da guitarra.
José Jorge Letria escreveu a história que eu gostaria de ter escrito.
quinta-feira, agosto 17, 2006
Indignação...
Hoje estou mal disposto...
Vou indignar-me, ou talvez não...
Uma coisa é certa, estou mal-humorado.
Como é possível, que com tantos organismos reguladores, se permita que os canais televisivos passem tanta telenovela, tanto programa mediocre, e tanto entretenimento básico em horário nobre, durante o tempo em que programas culturais deviam passar, porque são esses que nos enriquecem (talvez o estado não tenha interesse nesse enriquecimento)...
A minha indignação deve-se ao facto de nos últimos meses, a TV estatal passar uns excelentes programas, tanto a nível histórico, músical, e muitas outras áreas... mas sempre, sempre... depois da meia-noite.
Será que estão a pensar nos portugueses na Austrália?
Como pode uma pessoa ver um programa ou concerto na TV e depois levantar-se cedo para ir trabalhar, uma vez que a hora a que finda o programa é muito próxima da hora a que teremos de nos levantar para ir trabalhar.
E não falo só de coisas recentes, como o concerto de Michael Bubblé, mas tb alguns próximos como o Celtic Women... e outros...
enfim! Viva a TV...
Cada vez concordo mais com Grocho Marx "A televisão parece-me muito educativa. Sempre que alguém a acende, eu vou para outro sítio ler um livro".
quinta-feira, julho 06, 2006
É esta vida que temos?...
Entrei apressado e com muita fome num restaurante.
Abri o meu Portátil e apanhei um susto com uma voz baixinha atrás de mim:
- Ok. Vou pedir, mas depois deixas-me trabalhar, estou muito ocupado, ta?
Ali, naquela instante, tive a maior prova do virtualismo insensato em que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel rodeia-nos de verdade e fazemos de conta que não percebemos!
quarta-feira, julho 05, 2006
Se conseguirem ler... é uma grande lição...
3M D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414, 0853RV4ND0 DU45 CR14NC45 8R1NC4ND0 N4 4R314. 3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3 4R314, C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45. QU4ND0 3574V4M QU453 4C484ND0, V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0, R3DU21ND0 0 C4573L0 4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4. 4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0, 45 CR14NC45 C41R14M N0 CH0R0, C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4, R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0. C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3 L1C40; G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R. M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R! S0 0 QU3 P3RM4N3C3 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3 C4R1NH0.
0 R3570 3 F3170 D3 4R314
sexta-feira, maio 26, 2006
"O Colega do Lado" - Mª João Lopo de Carvalho
Ou seja: a família, quando muito, aos domingos e feriados; o marido e os filhos, duas, três horas por dia, no máximo (metade das quais a ver televisão ou a partilhar tarefas domésticas); e os outros, para os quais não fomos ouvidos nem achados, dispõem de mais tempo e de mais espaço do que toda a nossa vida somada.
É com eles que rimos, choramos, que nos irritamos, que amuamos, que lixamos ou somos lixados, que vamos à bica e às compras, é a eles que avaliamos, que ajudamos, são eles os nossos carrascos e cúmplices, os nossos amigos ou, pior, os nossos principais inimigos. É no trabalho, acho eu, que revelamos as nossas grandes capacidades e virtudes, mas também, e como há tempo para tudo, o pior que o ser humano tem: a inveja, o rancor, a gula (roubo todas as caixas de chocolates onde os meus olhos vão parar), a vaidade, a intriga, o orgulho, a luxúria (enfim, todos sabem como e porquê. "Ai, você hoje está linda.", "Acha dr.?", "Não acho, tenho a certeza, brilha como a lua").
O ambiente de trabalho é assim, muitas vezes, uma impiedosa arena do circo romano onde se mata quem é fraco, sobrevive quem é forte. É esta a tragédia da questão. Competitividade e matança são armas letais de significado idêntico - desafie-se o poder! Mas como perder ninguém quer, ligamos a competição à ambição (a longo prazo) e à ganância (a curto prazo), tudo em circuito fechado, para que a via-sacra da matança seja forte demais e excitante demais para a conseguirmos abafar. (...)
Há sempre um gajo porreiro em que nos escudamos e que, de facto, não nos quer tramar às primeiras; um gajo que tem dias e que ora amanteiga para direita, ora amanteiga para a esquerda - é o gajo que quando a coisa corre bem foi ele próprio que a fez (é "muita bom"), quando corre mal, fomos nós, pobres inexperientes e ele até se fartou de nos avisar, infelizmente não acreditámos no seu teatro.
Adoro a tribo dos manteigueiros frenéticos: aqueles que só saem depois do chefe nem que fiquem a jogar paciências no computador, que nos desfazem em strogonof pelas costas, que controlam as nossas entradas e saídas de cena, bichanam com os seus superiores e ajustam contas com as secretárias e o pessoal, a quem com tanta alma chamam "menor", baralhando sem pudor humilhação com humildade. Prefiro o folclore dos que gritam como ovelha a ser degolada mas que depois se redimem ao acrescentarem uns parágrafos triunfais na "porra" do dossiê.
Nós os portugueses adoramos reunir. Podemos não fazer a ponta de um corno, mas reunir tem de ser. Basta reunir e já está! Não é nunca o ponto de partida, é sempre o ponto de chegada. E antes de reunir gostam de planear a estratégia para tramar o parceiro. Pode não haver estratégia para mais nada, mas para tramar o colega do lado aqui vai disto.
Agressividade quanto baste é a metodologia (odeio esta palavra) para chegar ao poder. Todos conhecem a cartilha, a cru ou disfarçada de fada boa.
Em suma, os portugueses acham que para serem melhores têm de arranjar alguém para mau da fita, é a teoria dos vasos comunicantes em todo o seu esplendor. É com "vasos" destes - que à partida não são nem amigos, nem filhos, nem marido, nem sequer os escolhemos num menu - que temos de partilhar o cheiro, a voz, e o génio; das ramelas, à barba por fazer; das malhas na meia ao rímel esborratado, todas as horas, todos os dias, todos os anos. É tudo uma questão de "ambiente" no trabalho!
in Expresso
sexta-feira, maio 12, 2006
Aquisições
pois é meus amigos, entrei hoje na salinha do café e deparei com um ambiente um tanto ao quanto desalinhado, poeirento e decidi limpar um pouco as coisas, criar um novo espaço naquele já existente e reparei que as paredes estavam um pouco descoradas e nuas por isso fui até ali um cantinho muito interessante e giro e fiz a aquisição de uma estampa para por no local mais visivel da sala.
E não me digam que não está giro.
'bigades miguita.
Imagem daqui
quarta-feira, maio 10, 2006
Reflexões
Pensando em todos os livros que já li, e naqueles que me recuso a ler, questiono-me: até que ponto deixamos que a nossa mente fique a marinar em pedaços de nada, temperados com coisa nenhuma e acompanhado de filosofias medíocres?
Não querendo ser demasiado crítico ou parecer despeitado, pergunto-me: o que pode alguém como a Margarida Rebelo Pinto ensinar ou explicar com os seus livros, que, de nada têm tudo (se bem que quando se abrem, as letras se percebam, perfeitamente nítidas, impressas no branco do papel); é um livro oco, um “o quê” de quem não tem mais que fazer a não ser espreitar as chamadas revistas sociais (as vizinhas alcoviteiras disfarçadas), e responder com um “Sei lá”, completamente desinteressado, quando se lhe pergunta o que quis ela traduzir para o papel com tudo o que escreveu ou transcreveu.
Em tempos, e por brincadeira, deu na televisão um pequeno filme que demonstrava ao ponto a que chegou a cultura dos portugueses e o seu interesse pelos livros.
Esse filme apresentava alguém que explicava a utilidade de um livro: servia de travessa, para pôr os pés, para matar moscas, enfim ... servia para tudo menos para, entreter, para ensinar, para dar prazer e usufruto ao leitor.
No final percebi porquê. - Era um livro da tal senhora.
Não sei se temos bons escritores hoje. Há muitos, muitos anos tivemos alguns excelentes, mas ...
Se calhar isto da literatura é como o vinho, a colheita nem sempre é boa.
Mas não se pense que são só aos escritores novos que lhes parece faltar a “fruta” para que se possa saborear um bom livro.
Por exemplo: Saramago, que num diz que não diz, do que diz que disse, mas não disse e que ficou por escrever, sem pontuação (que é uma forma brilhante(?) de escrito – elogio de um jornalista a quando da entrega do Nobel da literatura a Saramago), mas que, sem sombra de duvida, nunca tinha sido lido por uma grande maioria da população e que, acho eu, essa mesma faixa continua sem conhecer realmente os escritos do homem (e por mim falo) e devo acrescentar que, apesar de já ter lido alguns livros, continuo a não entender a forma de escrita.
As obras desse senhor tiveram uma grande “explosão” de vendas, porque afinal é muito “in” ter 2 ou 3 livros do “prémio Nobel” em nossa casa, mas atenção: não se deve retirar o celofane para não apanhar pó.
A questão que prevalece é: será que os escritores portugueses são mesmo maus, ou escrevem mal e banalmente, porque sabem que os seus livros vão ser comprados por um décimo da população e que desses só metade ou menos o irão ler?
É que escrever livros como o do Manuel Jorge Marmelo (que além de um grande marmelo, deve ser parvo), sobre as mulheres trazerem livro de instruções – já agora porque não um que ensine os homens a ler e que traga tradutor – se bem que o livro trata apenas da pouca vergonha dos outros, que enganam as mulheres e os maridos, mas pavoneiam-se nas ruas como aristocratas.
Afinal o livro de instruções era para quê?
Mais um livro para a estante.
Ou ainda, uma pergunta que se me afigura e que salta do aparo para o papel, sem que consiga parar ...
Como é que alguém que é elogiada por ser uma jornalista multifacetada – trabalhou no Diário de Noticias, na “Marie Claire” (parece que acabou essa revista, será porque ela escrevia lá, ou porque o conteúdo escrito resumia-se a anúncios?), concebeu a revista “Pais e Filhos” (excelente, considere-se, apesar do excesso de publicidade), dirige a revista “Adolescente” (que ainda não consegui perceber, se é para os pais se para os putos) e ainda redige o suplemento do DN ao domingo – concebe escrever tantas “baboseiras” juntas num só livro?
No seu livro “Guia para ficar a saber ainda menos sobre as mulheres”, Isabel Stilwell fala da personalidade dos homens, manobrados pelas mulheres, como se toda uma vida em conjunto, ou os arrulhos de amor, fossem realmente originados de uma peça de teatro, como se os homens fizessem exactamente como é descrito, parecendo marionetas.
A escritora baseia saber cognitivo de um sexólogo, provavelmente frustrado com as suas prestações sexuais, com saberes de vivência, que certamente não são os dela e que, de certeza absoluta, não se assemelha ao que escreveu.
Assim, e em conclusão, consigo realmente compreender porque se gasta tanto tempo e dinheiro em, Big Brothers, Masterplans e outros programas aculturais e perturbadores. Se os livros são caros e não valem um “corno”, mais vale despejar o Cérbero num balde com álcool e fazer “zapping” nos canais da TV e proporcionar ao nosso corpo um sono relaxante no sofá.
Carta a um Pai anónimo
Estou a escrever-te para te dizer o quanto te amo.
Não sei se ainda te reconheceria, nem se te lembras bem de mim. Tenho crescido e aprendido coisas novas.
Apesar do tempo, acho que ainda deves ter aquele teu ar bonitão e alegre.
Não sei há quanto tempo foi, mas recordo os momentos em que juntos passeávamos pela praia e brincávamos ... eu, tu e a mamã!
Éramos uma família feliz!
Ainda recordo, com carinho, quando tu e a mamã me ensinaram a letra do meu nome ... aquele que vocês dois escolheram para mim.
Hoje não sei se sinto a alegria dos outros tempos. A mamã continua a ser a minha melhor amiga, e quando vamos para o meu quarto brincar, fico sempre à espera que tu também venhas; vou olhando a porta, a ver quando tu vais aparecer ...
Mas chega a noite e eu tenho de ir dormir, e não chego a ver-te.
Bem sei que tens muito que fazer, mas eu sinto como que um “buraco” na nossa família.
A mamã, com muito carinho, esforça-se para que eu não dê por tal e tenta compensar-me a falta que tu me fazes, mas este “buraco” existirá sempre, esperando para quando quiseres ocupá-lo.
“foi fazer umas coisitas, mas volta já, porque ele prometeu brincar comigo!”
e agora, enquanto espero que tu chegues, escrevo para te dizer que gosto muito de ti e para dizer “Boa Noite, Papá!”, pois já é muito tarde e eu tenho de ir dormir.
Eu sei que se tu tivesses podido vir brincar comigo, não hesitarias, mas agora tenho de ir dormir e sonhar que tu estás aqui comigo e a mamã. E sei que vais brincar comigo e correr a meu lado, sei que vais estar sempre onde e quando eu precisar.
É para isso que servem os papás, e tu és o meu.
E sabes?
Quando eu acordar, tu vais estar aqui, juntinho a mim e eu vou abraçar-te e beijar.
Boa Noite, Papá!
sexta-feira, maio 05, 2006
A Loucura
A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa.
Todos os convidados foram.
Após o café, a Loucura propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
- Esconde-esconde? O que é isso? - perguntou a Curiosidade.
- Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês se escondem. Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
1,2,3,... - a Loucura começou a contar.
A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim. Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo.
O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no noventa e nove.
CEM! - gritou a Loucura. - Vou começar a procurar...
A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não aguentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder. E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez...
Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito.
Era o Amor, gritando por ter furado o olho com um espinho.
A Loucura não sabia o que fazer.
Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre.
O Amor aceitou as desculpas.
Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha em todos momentos.
Desconheço o autor, mas é um texto expectacular.
terça-feira, abril 18, 2006
Coma mais Bananas
"Uma banana por dia dispensa o médico".
Se deseja uma solução rápida para baixos níveis de energia, não há melhor lanche que a banana.Contendo 3 açúcares naturais: sacarose, frutose e glicose, combinados com fibra, a banana dá uma instantânea e substancial elevação da energia.
Pesquisas provam que apenas 2 bananas fornecem energia suficiente para 90 minutos de exercícios extenuantes.
Não é por acaso que a banana como energético,é a fruta nº 1 dos atletas bem sucedidos do mundo.
A banana também ajuda a curar ou prevenir um grande número de doenças e condições físicas, que a tornam obrigatória na sua dieta diária.
Anemia - Contendo muito ferro, as bananas estimulam a produção de hemoglobina no sangue e ajudam nos casos de anemia.
Tensão arterial - Contém elevadíssimo teor de potássio, mas reduzido em sódio, tornando-a perfeita para combater a tensão alta. Tanto que a FDA (agência responsável pelo controle de alimentos e remédios) dos EUA autorizaram as indústrias de banana, a oficialmente informar a redução dorisco de tensão alta e enfarte.
Capacidade mental - 200 estudantes de uma escola em Twickenham (Middlesex) tiveram ajuda da banana (no café da manhã, lanche e almoço), para elevar sua capacidade mental. Pesquisa mostra que frutas com elevado teor de potássio ajudam alunos a aprender e a manter-se mais alerta.
Intestinos - Com elevado teor de fibra, incluir bananas na dieta pode ajudar a normalizar as funções intestinais, superando o problema, sem recorrer a laxantes.
Depressão - De acordo com recente pesquisa realizada pela MIND, entre pessoas que sofrem de depressão, muitas sentiram-se melhor após uma dieta rica em bananas. Isto porque a banana contém "trypotophan" , um tipo de proteína que o organismo converte em seratonina, reconhecida por relaxar, melhorar o humor e, de modo geral, aumentar a sensação de bem estar.
Ressaca - Uma das formas mais rápidas de curar uma ressaca é fazer uma vitamina de banana com leite e mel. A banana acalma o estômago e, com a ajuda do mel, eleva o baixo nível de açúcar, enquanto o leite suaviza e reedrata o sistema.
Azia - As Bananas têm efeito antiácido natural. Se você sofre de azia, experimente comer uma banana para aliviar-se.
Enjoo matinal - Comer uma banana entre as refeições ajuda a manter o nível de açúcar no sangue elevado e evita as náuseas.
Picadas de mosquito - Antes de usar remédios, experimente esfregar a parte interna na casca da banana na região afectada. Muitas pessoas têm resultados excelentes em reduzir o inchaço e a irritação.
Nervos - As Bananas contêm elevado teor de vitamina B, que ajuda a acalmar o sistema nervoso.
Excesso de peso e Stress do trabalho - Estudos do Instituto de Psicologia, na Áustria, mostram que a pressão no trabalho leva à excessiva ingestão de comidas, como chocolate e biscoitos. Examinando 5 mil pacientes em hospitais, pesquisadores concluíram que os mais obesos eram os que tinham trabalhos com maior pressão. O relatório concluiu que, para evitar a ansiedade por comida, precisa-se controlar os níveis de açúcar no sangue.
TPM - Esqueça as pílulas e coma banana. Ela contém vitamina B6, que regula os níveis de glicose no sangue, que afetam o humor.
Úlcera - Usada na dieta diária contra desordens intestinais, é a única fruta crua que pode ser comida sem desgaste em casos de úlcera crónica. Também neutraliza a acidez e reduz a irritação, protegendo as paredes do estômago.
Controle de temperatura - Muitas culturas vêem a banana como fruta 'refrescante', que pode reduzir tanto a temperatura física como a emocional de mulheres grávidas. Na Tailândia, por exemplo, as grávidas comem bananas para os bébés nascerem com temperatura baixa.
Desordens Afetivas Ocasionais - A banana auxilia os que sofrem de DAO, porque contêm um incrementador natural do humor, o "trypotophan".
Fumo - As bananas podem ajudar as pessoas que estão a deixar de fumar, porque os seus elevados níveis de vitaminas C, A1, B6 e B12, além de Potássio e Magnésio, ajudam o corpo a se recuperar dos efeitos da retirada da nicotina.
Stresse - Potássio é um mineral vital, que ajuda a normalizar os batimentos cardíacos, levando oxigênio ao cérebro e regulando o equilíbrio de água no nosso corpo. Quando stressados, a taxa metabólica eleva-se, reduzindo os níveis de Potássio, que podem ser reequilibrados com a ajuda da banana.
Enfarte - De acordo com pesquisa publicado no Jornal de Medicina de New England, comer bananas regularmente pode reduzir o risco de morte por enfarto em até 40% !
Verrugas - Os naturistas afirmam que se quiser eliminar verrugas, basta colocar a parte interna da casca de banana sobre elas e prendê-la com gase ou fita cirúgica.
Regulação dos níveis de carbohidratos - Comendo alimentos ricos em carboidratos, como bananas, a cada 2 horas, mantém-se estável o nível de açúcar.
Como vêem, a banana é um remédio natural contra muitos problemas. Comparada à maçã, tem: 4 vezes mais proteína, 2 vezes mais carboidratos, 3 vezes mais fósforo, 5 vezes mais vitamina A e ferro e 2 vezes mais outras vitaminas e sais minerais.
Também é rica em potássio e, como um todo, é um dos alimentos mais valiosos. Então cabe repetir …
"Uma banana ao dia dispensa o médico".
Mas não é por isso que vão deixar de tomar o cafézinho aqui, nem outras guloseimas, pois não?
Para pensar...
Um dia, quando um homem chegou tarde a casa, cansado e irritado após um dia de trabalho, encontrou esperando por si a porta o seu filho de 5 anos.
- Papá, posso fazer-te uma pergunta?
- Claro que sim; o que é?
- Quanto ganhas numa hora?
- Isso não é da tua conta; porque me perguntas isso?! - respondeu o homem zangado.
- ... Só para saber; por favor... vá lá... quanto ganhas numa hora? - perguntou novamente o miúdo.
- Bom... já que queres tanto saber, ganho 10€ por hora.
- Oh!, suspirou o rapazinho baixando a cabeça. - Passado um pouco, olhando para cima, perguntou: Papá, emprestas-me 5€?
O pai, furioso, respondeu:
- Se a razão de tu me teres perguntado isso, foi para me pedires dinheiro para brinquedos caros ou outro disparate qualquer, a resposta é não; e de castigo, vais já para a cama. Vai pensando no menino egoísta que estás a ser. A minha vida de trabalho é dura demais para eu perder tempo com os teus caprichos.
O rapazinho, cabisbaixo, dirigiu-se silenciosamente para o seu quarto e fechou a porta.
Sentado na sala, o homem ficou a meditar sobre o comportamento do filho e ainda se irritou mais; como se atrevia ele a fazer-lhe perguntas daquelas? Como, ainda tão novo, já se preocupava em arranjar dinheiro? Passada mais ou menos uma hora, já mais calmo, o homem começou a ficar com remorsos da sua reacção.
Talvez o filho precisasse mesmo de comprar qualquer coisa com os mil escudos; afinal, até era muito raro o miúdo pedir-lhe dinheiro.
Dirigiu-se ao quarto do filho e abriu devagarinho a porta.
- Já estas a dormir? - Perguntou.
- Não papá, ainda estou acordado, respondeu o miúdo.
- Estive a pensar... Talvez tenha sido severo demais contigo - disse o homem. Tive um longo e exaustivo dia e acabei por desabafar contigo; toma lá os 5€ que me pediste.
O rapazinho endireitou-se imediatamente na cama, sorrindo:
- Oh, papá! Obrigado!
E levantando a almofada, pegou num frasco cheio de moedas.
O pai, vendo que o rapaz afinal tinha dinheiro, começou novamente a ficar zangado.
O filho começou lentamente a contar o dinheiro, até que olhou para o pai.
- Para que queres mais dinheiro se já tens aí esse? - resmungou o pai.
- Porque não tinha o suficiente; agora já tenho! - respondeu o rapaz. - Papá, agora já tenho 10€, já posso comprar uma hora do teu tempo, não posso? Por favor, vem uma hora mais cedo amanhã; gostava tanto de jantar contigo...
Italiana
Sempre foi algo que me fez espécie e que ninguém me sabe responder... porque carga de água se chama "Italiana" a um café curto?
Se formos ao Porto e pedirmos um "Cimbalino"... eu compreendo.
Se falarmos em "expresso", também percebo...
agora "italiana"? porquê italiana para uma bica pequena? Porque não uma chinesa, porque essas sim, são pequeninas... alguém me explica?
Isto tudo porque alguém me pediu uma italiana....
segunda-feira, abril 17, 2006
Vamos ver se o cafézito vai funcionar melhor, ainda não está a equipa de trabalho formado porque os sócios ainda não "largaram" a massa, mas pelo menos para alegrar o espaço, vamos rir... aproveitar a época e o espirito pascoal.
Pai, o que é Páscoa?
- Ora, Páscoa é ...... bem, é uma festa religiosa!
- Igual ao Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição! ... Marta, vem cá!
- Sim?
- Explica a esta criança o que é ressurreição para eu poder ler o meu jornal descansado.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendido?
- Mais ou menos........ Mamã, Jesus era um coelho?
- Que é isso menino? Não me diga uma coisa destas! Coelho! Jesus Cristo é o Pai do Céu! Nem parece que este menino foi baptizado! Jorge, este menino não pode crescer assim, sem ir à missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele diz uma asneira destas na escola?
- Deus me perdoe! Amanhã vou matricular este fedelho na catequese!
- Mamã, mas o Pai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Vai estudar isso na catequese. É a Trindade! Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Fátima?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que na Trindade fica o Espírito Santo?
- Não! Não é o Banco Espírito Santo que fica na Trindade, meu filho. É o Espírito Santo de Deus. É uma coisa muito complicada, nem a mamã entende muito bem, para falar a verdade nem ninguém, nem quem inventou esta asneira a compreende. Mas se perguntar à catecista ela explica muito bem!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- (gritando) Eu sei lá! É uma tradição. É igual ao Pai Natal, só que em vez de presentes, ele traz ovinhos.
- O coelho põe ovos?
- Chega! Deixa-me ir fazer o almoço que eu não aguento mais!
- Pai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era, era melhor, ou então peru.
- Pai, Jesus nasceu no dia 25 de Dezembro, não é? Que dia que ele morreu?
- Isso eu sei: na sexta-feira santa.
- Que dia e que mês?
- ??????? Sabes que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na sexta-feira santa e ressuscitou três dias depois, no sábado de aleluia.
- Um dia depois portanto!
- (gritando) Não, filho
- três dias!
- Então morreu na quarta-feira.
- Não! Morreu na sexta-feira santa... ou terá sido na quarta-feira de cinzas?
- Ah, miúdo, já me confundiste!!! Morreu na sexta-feira e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como!?!? Como!?!? Pergunte à sua professora da catequese!
- Pai, então por que amarraram um monte de bonecos de pano na rua?
- É que hoje é sábado de aleluia, e a aldeia vai fingir que vai bater em Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se ele morreu na sexta!!!
- Então por que eles não lhe batem no dia certo?
- É, boa pergunta.
- Pai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim! Porquê?
- Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele tinha no apelido Coelho. Só assim esta coisa do coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
- Coitada!
- Coitada de quem?
- Da sua professora da catequese...
terça-feira, março 28, 2006
Coçar onde é preciso
Sim, pode... não temos é números tão pequenos para o medir a nossa cultura, uma sociedade de consumo imediato, conforme cantavam os Táxi nos idos anos 80.
É realmente importante que se divulgue mais o teatro.
Pude finalmente ver a peça de José Pedro Gomes, e é incrivel como um homem só, consegue animar daquela forma uma plateia ansiosa de uma gargalhada mais.
Foram bem empregues as duas horas passadas naquela cadeira, descontraindo e aliviando a bilis com uma gargalhada mais.
Só é pena que... e algumas das observações do "Zézé" lembraram-nos isso, os teatros sejam ainda e cada vez mais locais de encontros de VIP e estrelas, e os que mais poderiam contribuir para que o teatro não morresse continuem a "implorar" um cantinho onde poderem ver uma representação assim.
É pena que, realmente coloquem pessoas incompetentes nos cargos de direcção da Cultura em Portugal, para depois mandarem para a reforma quem tanto tem para ensinar ainda, que fechem teatros e desfaçam companhias.
Pois é... nenhum dos idosos, ou pessoas com maiores dificuldades económicas ou de deslocação à capital para poder tirar partido de um espectáculo assim.
Contudo, tenho que aplaudir a iniciativa e apenas pedir... MAIS!
Felizmente continuamos a contar com um bom e maravalhiso grupo de actores de teatro que não baixaram os braços... um bem hajam!
E mais, temos a apaludir um grande número de jovens que tem abraçado o teatro e aos quais também quero aplaudir. Principalmente a eles.
sexta-feira, março 24, 2006
Factos Curiosos sobre a Cerveja
Apesar de ter sido com a religião que começou a fazer-se a cerveja, também foi a religião que inibiu a produção nos países islâmicos e sendo posteriormente a religião que monopolizou a produção em muitos países da Europa.
Achados arqueológicos demonstraram que os Sumérios já produziam cerveja, isso foi revelado por uma placa de barro que continha o Hino a Ninkasi (2600-2350 a. C.) a deusa da cerveja, que não é mais que uma receita de cerveja.
Os escritos Sumérios, falavam já de “taberneiras” e a mais famosa é citada na Epopeia de Gilgamesh (3º milénio a C.), a Siduri, que representava o limite entre o mundo civilizado e o mundo desconhecido em que o herói sumério mergulhava.
Também no período babilónico já se contavam cerca de duas dezenas de diferentes tipos de cerveja, com base em diferentes combinações de plantas aromáticas e no maior ou menor emprego do mel. Também o mais antigo texto jurídico conhecido, O Código de Hammurabi (rei babilónico, 1792-1750 a. C. ), incluía várias leis alusivas ao fabrico, comercialização e consumo de cerveja, como os direitos e deveres atribuídos aos clientes e às “taberneiras”.
No antigo Egipto a cerveja foi um produto criado e muito popular porque, segundo Athenaeus foi “inventada para ajudar aqueles que não tinham com que pagar o vinho”. Mas o certo é que em muitos testemunhos artísticos e escritas hieroglíficas ficamos a saber da apetência dos egípcios pelo henket, ou zythum, verdadeira bebida nacional, preferida por todas as camadas sociais. Ramsés III (1184-1153 a. C.), também conhecido por “faraó-cervejeiro”, doou as sacerdotes do Templo de Amón 466.308 ânforas (c. de 1.000.000 litros) de cerveja proveniente das suas cervejeiras.
Mais Receitas
E que tal uns tomates assados?
Tomates assados com alho
4 colheres de sopa de azeite
6 tomates redondos cortados ao meio
1 dente de alho muito bem picado
3 colheres de sopa de salsa fresca picada
25 gr. de pão ralado
sal e pimenta-preta acabada de moer
Aqueça o azeite numa frigideira. Junte-lhe os tomates com os lados cortados voltados para baixo e frite-os durante 6 minutos, voltando-os passados 4 minutos.
Coloque num prato próprio para ir ao forno e polvilhe com sal e pimenta a gosto, a salsa, o alho e o pão ralado. Regue com o azeite que ficou na frigideira.
Coza no forno, previamente aquecido a 180 graus, durante 40 minutos.
sexta-feira, março 17, 2006
Tipos de Cerveja
Para “ignorantes” da cerveja como era o meu caso, os tipos de cerveja são basicamente, “loira”, preta e mais recentemente, ruiva. Mas existem pelo menos 43 tipos de cerveja sendo os principais fabricantes os seguintes países: Inglaterra, Escócia, Alemanha, Bélgica, EUA e França.
Existem as menos graduadas como a Mild ale (Inglaterra), de graduação entre 2,5º e 3º, ou a Weissebier (Berllim, Alemanha) com cerca de 2,5º, e outras realmente fortes como a abadia (Bélgica) com um teor de alcoól entre os 5º e os 10º e a Eisbock (Dortmund, Alemanha) com cerca de 8º a 12º de graduação.
Embora pareça recente este tipo de cerveja que agora “invadiu” o nosso mercado, de cervejas com sabor a frutas, esse tipo de produto já foi criado logo nos tempos antigos, tendo sido incrementado os sabores segundo as épocas, podendo ser adoçadas com framboesas ou outro tipo de frutos.
Um outro aspecto a mencionar é o facto de a “criação” mais recente ser também a mais imitada pelos países com história recente de cerveja, a Pils ou Pilsner, que deve o seu nome ao facto de ter sido criada na cidade Plzen, na Boémia (Rep. Checa) em 1842. É de cor pálida, baixa fermentação e feita com água sem sais minerais, onde as outras primavam.
A Cerveja
Finalmente vamos passar à cerveja.
Estes posts serão baseados no livro de Manuel Paquete, “A cerveja no Mundo e em Portugal” e, como é óbvio, serão apenas apresentados aqui alguns aspectos peculiares e interessantes acerca deste “néctar dos deuses”, conforme era considerado entre algumas civilizações. Este produto obtido da fermentação do cereal, que possivelmente aconteceu por acaso, era considerado de tão alto valor que em civilizações como o Egipto, chegou a ser produzido em quantidades elevadíssimas apenas para “satisfação” dos deuses.
Pelo conhecimento que se tem, a forma de fermentação para obtenção da cerveja já está documentada há cerca de 5.000 anos.
Basicamente, para se obter a cerveja só será necessário o malte, a água, o lúpulo e a levedura. A água, de aparente importância secundária constitui cerca de 90% de qualquer cerveja.
Lagani Auna

Ou a árvore anual.
Esta árvore das zonas tropicais, tem uma característica única: em tempo de seca ela praticamente está morta, mas depois, às primeiras chuvas ela floresce assim esplendorosa.
Podemos aprender uma lição da lagani auna, também conhecida como flamboaiã. De acordo com algumas autoridades, ela é considerada uma das cinco mais belas árvores do mundo que dão flor. Embora perca as flores e folhas durante a estação da seca, a árvore reserva um suprimento de água. Suas raízes são fortes e podem crescer em volta de rochas que se encontram na profundeza do solo, possibilitado-lhe resistir a ventos fortes. Resumindo, ela viceja por tirar o máximo proveito das circunstâncias difíceis.
Com certeza nós também passamos dificuldades, mas se sempre tivermos onde nos agarrar nos momentos difíceis, mais tarde tudo isso será como água fresca para nos fazer florir.
quinta-feira, março 16, 2006
Provérbios e outros ditos
É engraçado pensar nos provérbios e ditos populares, e algumas frases ditas e reflectidas por alguém que mostrou sapiência, mas mais engraçado é vermos como muitas vezes estão realmente certos. Por exemplo, um provérbio chinês diz, “não dês um peixe a um pobre, ensina-o a pescar”, e é verdade, se lhe dermos ele vai continuar a pedir e vai continuar a ter fome, se lhe ensinarmos vai aprender a conseguir o que pretende, como em tudo na vida.
Outros existem que terão também alguma coisa para nos ensinar, mas vou começar a colocar aqui alguns só pelo prazer de saber o que vocês pensam.
Assim o primeiro que aqui vou deixar é este:
“Quando faltam músculos dos braços às pessoas, sobram-lhe língua” – Miguel Delibes
quarta-feira, março 15, 2006
AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO
Após algumas discussões, as que receberam os maiores votos foram:
1. As grandes pirâmides do Egito
2. Taj Mahal
3. Grand Canyon
4. Canal do Panamá
5. Empire State
6. Basílica de St. Peter
7. As Muralhas da China
Enquanto os votos eram recolhidos, a professora notou que uma aluna não tinha entregado sua lista ainda. Então ela perguntou se a garota estava tendo algum problema. A menina respondeu: "Sim, um pouco. Eu não consigo completar a lista, há tantas maravilhas no mundo!"
A professora disse: "Bom, então me diga o que você escreveu e talvez eu possa ajudar você".
A garota pensou um pouco e então disse:
"As Sete Maravilhas do Mundo são:
1. VER
2. OUVIR
3. TOCAR
4. PROVAR
5. SENTIR
6. RIR
7. AMAR
O silêncio que se seguiu foi tão grande que mal se ouviam as respirações.
As coisas que nos foram doadas e que negligenciamos por serem simples e comuns são as verdadeiras maravilhas do mundo!
Mais Receitas
Ups! Parece que botei tudo menos a receita. Mas também quem é que não sabe fazer a bela da açorda?
De qualquer forma aqui fica:
1 molho de coentros ou poejos
3 dentes de alho
0,5 dl de azeite
sal grosso
Pão (alentejano, é evidente)
Sugestões (facultativas) para variantes:
Bacalhau
Pescada
Ameijoas Pimentão verde
Ovos Sardinhas Uvas Figos Abrunhos Azeitonas
Como Fazer:
1 . Põe-se ao lume uma panela com água e deixa-se estar até ferver.
2 . Enquanto a água está ao lume, juntam-se num almofariz (a que os alentejanos chamam vulgarmente gral) os coentros, os poejos (também se pode optar por uma mistura dos dois: combinam muito bem, mas há quem não goste), os dentes de alho e o sal.
3 . Pisa-se tudo muito bem, até se obter uma papa.
4 . Coloca-se esta papa, juntamente com o azeite, no fundo de uma terrina, e sobre tudo verte-se água a ferver em quantidade bastante para o caldo.
5 . Colocam-se as sopas de pão dentro do caldo, espera-se um pouco e serve-se.
N.B. – Deve saborear-se devagar. Aconselha-se um bom vinho alentejano.
Esta é a receita base da açorda alentejana, há depois as variantes, mais ricas, e nestes casos pode fazer-se com a água da cozedura dos ingredientes facultativos acima. Também pode juntar pimentão verde, cortado em tiras finas.
Para torná-la ainda mais rica, pode ser acompanhada pelos ingredientes e frutos acima mencionados.
E pronto, está feita a açorda. Esta comida afrodisíaca. Como já deve estar pronto a servir um bom vinho alentejano, falta que os dois se sentem à mesa, um em frente do outro.
A açorda deve comer-se quente, mas não tenham pressa excessiva.
terça-feira, março 14, 2006
Mais Receitas
Esta, devo-vos dizer que até a mim me espantou e por isso vou postá-la aqui.
É talvez a receita mais simples que alguma vez se inventou e penso que todos devem saber fazê-la.
A Açorda Alentejana é o símbolo mais conhecido e talvez mais perfeito da cozinha alentejana – simples e criativa como nenhuma outra. “Do pouco que tem faz o alentejano prodígios, contribuindo com alta inventiva culinária na confecção de verdadeiros pratos típicos" escreve Manuel Mendes no seu “Roteiro Sentimental – A Sul do Tejo”
E porque me espantou?
Porque esta receita vem no livro “Receitas Afrodisíacas & Desenhos eróticos” de Afonso Praça & Francisco Simões.
Daí que a questão que se levante seja: a açorda alentejana afrodisíaca?
A resposta será retirada como citação desse mesmo “manual” e será aqui transcrita na integra.
“As circunstâncias que podem rodear a sua confecção, e sobretudo os seus ingredientes, levam a responder afirmativamente: é afrodisíaca, sim senhor, e muito.
Mas nada disto é de estranhar, se se disser que tanto os coentros como os poejos são conhecidos desde a antiguidade como afrodisíacos. A notícia mais antiga do uso do coentro (Coriandrum sativum) tem mais de cinco mil anos e vem da china. É plata muito aromática. O seu nome vem do grego Koris (percevejo), em nítida alusão ao cheiro das suas folhas quando frescas.
Sabe-se que os Egípcios já conheciam a planta: em muitas sepulturas do Antigo Egipto foram encontradas sementes de coentros. E tanto os Gregos como os Romanos utilizavam-na em receitas de culinária, na preparação de bebidas e também em medicamentos, juntamente com o alho. Foram os romanos que divulgaram na Europa o coentro, que na Idade Média já era muito conhecido na Grã-Bretanha e na França. Os franceses utilizavam as suas sementes em bebidas à base de vinho, doces, sopas e carnes, e sobretudo na preparação de licores.
As folhas do coentro são muito semelhantes às da salsa, embora mais escuras, mais grossas e mais recortadas. São estas folhas que a cozinha regional portuguesa utiliza, nomeadamente na açorda alentejana e para temperar saladas.
Quanto ao poejo (Mentha Pulegium), tem também um cheiro intenso (ainda mais do que o coentro), a fazer lembrar o da hortelã-pimenta. O poejo é, aliás, uma das espécies de menta. Todas elas apresentam um sabor forte, e a mais conhecida é a hortelã (Mentha viridis), muito frequente nas cozinhas portuguesas. O mesmo acontece com a Mentha piperita (hortelã-pimenta), da qual se extrai o mentol.
E a propósito de poejos e coentros, outra erva largamente afrodisíaca é a segurelha (Satureia hortensis), também já conhecida no Antigo Egipto. Virgílio recomendou-a aos seus contemporâneos, e Ovídio faz-lhe referência na “Arte de Amar”. Há filósofos que dizem que a palavra “sátiro” vem de “satureia”. A questão está fora do âmbito desta prosa, mas sempre se adianta que, pelo menos parece pertencer ao mesmo campo semântico”
Técnicas de Cozinha
Porque a cozinha não é o mundo exclusivo das mulheres, aqui ficam algumas dicas para os meus amigos que de vez em quando têm de por o avental.
Tirar o fio ao feijão verde – Quantas vezes cortaram a ponta dos dedos e ficaram deveras chateados de horas de volta de uma coisa verde que chateou tanto para arranjar que até parece que nem vai saber bem. Pois aqui têm a oportunidade de impressionar a querida. Ponham a ferver o feijão verde inteiro durante 6 min., em pouca água. Escorram e deixem arrefecer, agora é só cortar uma ponta e ver como é simples tirar o fio ao feijão.
Pelar o tomate – outra das desgraças da cozinha. Pois bem, o fosso martírio esta a chegar ao fim. A partir de agora essa vai ser a tarefa mais simples das refeições complicadas. Façam um pequena cruz em cada tomate e ponham-nos de molho em água fervente durante 2-3 minutos. Retirem-nos da água e deixem arrefecer, e ... voilá! Quase que se despem sozinhos. No caso de serem ainda um pouco verdes é deixar de molho um pouco mais.
Vai uma receita?
Como neste cafézinho, também se prima pelo que se come, de vez enquanto terá de surgir nas nossas conversa uma receitas, é certo que anteriormente já cá apareceram, mas desta vez deixamos mesmo a receita, sem volteios nem conversas... como esta que já se alonga.
Tomemos então o caminho da cozinha para as primeiras receitas, que penso já serem para aí a 5ª?
Como tem sido anunciado, os dias são de sol e dentro em breve a primavera nos bafejará com oportunidades de colocar a mesa na varanda e comer uma bela e fresca salada, por isso deixo aqui uma entrada, uma salada e um acompanhamento:
Entrada rápida e colorida – intercalando fatias de tomate, queijo mozarela e abacate. Tempere com azeite e pimenta-do-reino e enfeite com folhas de manjericão.
Salada grega – tomate cortado em gomos, pepino, queijo feta, azeitonas pretas e cebola roxa fatiada. Tempere com sal e pimenta e sirva com um molho de azeite e sumo de limão.
Salsa mexicana (acompanhamento) – pique tomates frescos, cebola, pimenta-malagueta e folhas de coentros. Tempere com um pouco de limão-galego e misture bem.
Bom Apetite.
O TOMATE E A SAÚDE
O tomate é uma grande fonte de vitaminas A, C e E, potássio, cálcio e sais minerais. È também uma excelente fonte de licopeno, antioxidante, que pelo que consta, diminui o risco de certos cancros e de doenças cardíacas.
A sua composição é entre 93% e 95% de água.
E para alegria dos que vigiam o peso, tem pouquíssimas calorias.
O Tomate - um pouco de história
O tomate foi introduzido na Europa, pelos espanhóis, que o trouxeram do México.
Em pouco tempo o tomate se tornou popular na Itália, na África do Norte e no Ocidente médio, através de encraves espanhóis.
Em meados do sec. XVI, o tomate chegou ao norte da Europa, mas o arbusto era meramente decorativo, pois achavam que era venenoso.
É provável que o tomate introduzido na Europa fosse amarelo, pois os italianos o chamavam de pomodoro (maçã de ouro), os ingleses o chamavam de tomate alterando mais tarde para tomato, mas o termo loveapple (maçã do amor) também pegou.
Além de ser uma “hortaliça” muito versátil o tomate não existe só na sua forma arredondada e vermelha.
Existem os de cor amarela (yellow pear – são em forma de pêra com 2,5 a 5 cm de comprimento e um diâmetro aproximado de 2,5 cm na parte mais larga. As descrições sobre o seu sabor varia entre o “maravilhoso” a “ligeiramente ácido” e de “sabor a limão” a “encantador, agradável e suave”), cor-de-laranja
(Golden boy – frutos grandes, com cerca de 5 a 7 cm de diâmetro e chegam a pesar 500gr. Possuem uma bela cor laranja-dourada-escura, tornando-os muito atraentes para saladas),
rosa (Ponderosa Pink – variedade americana muito popular, com grandes frutos que rondam os 750 gr cada. São sólidos, firmes e carnudos. Muito doces, com sabor suave e de um invulgar rosa-purpura.), marron, branco e verde e alguns estriados. Alguns são achatados, outros compridos; existem os pequenos como ervilhas ( Sweet 100) e os do tamanho de um punho fechado.

